Refletindo sobre a vida e suas transformações à medida que vamos crescendo, despertei para um condicionamento interessantíssimo, que há algum tempo tem caminhado para se tornar peça-chave nas minhas prioridades, dentre elas, a própria forma de levar a vida, a projetando inclusive até os últimos dias em que eu habitar este singelo Planeta, repleto de simplórias diversidades, riquezas, culturas, mistérios, belezas, e uma infinidade de criações humanas, curiosas e irresistíveis.
Seguidos quase dois anos no fantástico mundo da academia, descobri nas entrelinhas, que desde novinha comecei a fazer Relações Públicas - atividade essencialmente altruísta que, por meio de gestos simples, reflete um contentamento muito maior a quem incita um sorriso do que àquele que se faz honrado com tal grandeza. Contudo, muito além de uma estrangeira em meio a uma realidade ampliada, de celebridades quase intocáveis e personagens alegóricos, da imprensa marrom e dos ápices favorecidos, das brincadeiras de criança e dos sonhos tão evoluídos; me vi construindo uma identidade nos moldes dos meus devaneios, não mais utópicos e sim minuciosamente idealizados e reciclados.
A princípio, expressava-me por meio de clichês e paráfrases. Hoje, finalmente, já visualizo engenhosos rabiscos em algumas páginas devidamente intituladas por este protótipo de comunicadora. Diziam os sábios pensadores, poetas e musicistas que "Somos do tamanho dos nossos sonhos" e "Somos quem podemos ser"; sonhos estes que "podemos ter". Em casa, cresci ouvindo falar do "homem" como sujeito voluntariamente artífice de suas venturas; pluralizado; encontrado em todo lugar. Também vi gente crescendo, quebrando barreiras; estudei sobre nações que ergueram muralhas; notifiquei-me de um universo feminino que conquistou e honrou seu espaço; vi miseráveis solitários vencendo a guerra contra a fome; cidadãos fragilizados, cheios de coragem e em busca de paz; afro-descendentes subindo ao pódium, sentando em cadeiras adornadas, ocupando posições extremas; e uma infinidade de reticências.
Me encantei, admirei, me encontrei. Já escolhi ídolos, me tornei fã, me acondicionei como auto-didata, e agora carrego comigo o dom e a vontade de querer o bem, defender meus ideais, evidenciar minhas convicções, e contribuir para o mundo em que acredito, no qual espero, pelo qual finalmente mostrarei minha garra e abraçarei causas promissoras.
Já não me importo de sentar em cadeiras altas ou baixas; de madeira legalizada, materiais reciclados ou estruturas de bronze; com ou sem estofados confortáveis e coloridos. Chegou a hora de levantar e passear pelas fronteiras, dar passos reais, saltar com precisão, rumo ao último degrau.
Seguidos quase dois anos no fantástico mundo da academia, descobri nas entrelinhas, que desde novinha comecei a fazer Relações Públicas - atividade essencialmente altruísta que, por meio de gestos simples, reflete um contentamento muito maior a quem incita um sorriso do que àquele que se faz honrado com tal grandeza. Contudo, muito além de uma estrangeira em meio a uma realidade ampliada, de celebridades quase intocáveis e personagens alegóricos, da imprensa marrom e dos ápices favorecidos, das brincadeiras de criança e dos sonhos tão evoluídos; me vi construindo uma identidade nos moldes dos meus devaneios, não mais utópicos e sim minuciosamente idealizados e reciclados.
A princípio, expressava-me por meio de clichês e paráfrases. Hoje, finalmente, já visualizo engenhosos rabiscos em algumas páginas devidamente intituladas por este protótipo de comunicadora. Diziam os sábios pensadores, poetas e musicistas que "Somos do tamanho dos nossos sonhos" e "Somos quem podemos ser"; sonhos estes que "podemos ter". Em casa, cresci ouvindo falar do "homem" como sujeito voluntariamente artífice de suas venturas; pluralizado; encontrado em todo lugar. Também vi gente crescendo, quebrando barreiras; estudei sobre nações que ergueram muralhas; notifiquei-me de um universo feminino que conquistou e honrou seu espaço; vi miseráveis solitários vencendo a guerra contra a fome; cidadãos fragilizados, cheios de coragem e em busca de paz; afro-descendentes subindo ao pódium, sentando em cadeiras adornadas, ocupando posições extremas; e uma infinidade de reticências.
Me encantei, admirei, me encontrei. Já escolhi ídolos, me tornei fã, me acondicionei como auto-didata, e agora carrego comigo o dom e a vontade de querer o bem, defender meus ideais, evidenciar minhas convicções, e contribuir para o mundo em que acredito, no qual espero, pelo qual finalmente mostrarei minha garra e abraçarei causas promissoras.
Já não me importo de sentar em cadeiras altas ou baixas; de madeira legalizada, materiais reciclados ou estruturas de bronze; com ou sem estofados confortáveis e coloridos. Chegou a hora de levantar e passear pelas fronteiras, dar passos reais, saltar com precisão, rumo ao último degrau.
"Minha alma incendeia, ser feliz é ser agora, não interessa a chegada, o importante é caminhar.
Expresso em trilhos fortes."
Sigo.
Com fé em Deus, continua...
Com fé em Deus, continua...